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	<title>destaques &#8211; Solar Energia</title>
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	<description>Soluções de Eficiência Energética</description>
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	<title>destaques &#8211; Solar Energia</title>
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		<title>Maior projeto solar fotovoltaico flutuante da Europa nasce no Alqueva</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 11:59:22 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Alqueva recebe maior projeto solar fotovoltaico flutuante da Europa 50 milhões de euros é o valor do investimento na construção do maior parque fotovoltaico flutuante da Europa. Projeto fica a cargo da&#160;Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva&#160;(EDIA) e contará com 10 centrais fotovoltaicas flutuantes no maior lago artificial da europa! Estas 10 unidades serão [&#8230;]</p>
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<p><strong>Alqueva recebe maior projeto solar fotovoltaico flutuante da Europa</strong></p>



<p>50 milhões de euros é o valor do investimento na construção do maior parque fotovoltaico flutuante da Europa. Projeto fica a cargo da&nbsp;<a href="https://www.edia.pt/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva</a>&nbsp;(EDIA) e contará com 10 centrais fotovoltaicas flutuantes no maior lago artificial da europa!</p>



<p>Estas 10 unidades serão destinadas ao autoconsumo, e serão instaladas junto às estações elevatórias da rede primária do Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva (EFMA), ocupando uma área de cerca de 50 hectares flutuantes!</p>



<h2><strong>Números do maior projeto solar fotovoltaico flutuante da Europa</strong></h2>



<p>10 centrais fotovoltaicas, com potência total instalada de 50 MWp!</p>



<p><strong>Estima-se que tenha uma produção anual de energia de 90GWh – números suficientes para abastecer 2/3 da população do Baixo Alentejo!</strong></p>



<p>Serão instalados mais de 127 mil painéis fotovoltaicos distribuídos pelas 10 centrais, reduzindo a emissão de dióxido de carbono em cerca de 30 mil toneladas por ano.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>A MAIOR DAS 10 CENTRAIS FOTOVOLTAICAS TERÁ 28 HECTARES, SERÁ ESTA A MAIOR DA EUROPA, FICARÁ JUNTO À ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DOS ÁLAMOS.</strong></p></blockquote>



<p>50 milhões de euros será o valor investido na construção das 10 centrais fotovoltaicas flutuantes.</p>



<h3><strong>Concurso público internacional para a construção, manutenção e operação</strong></h3>



<p>A EDIA deu também a conhecer que ia lançar o concurso público internacional que engloba o “<em>fornecimento, instalação e licenciamento e também para manutenção e operação durante os primeiros cinco anos das dez centrais</em>”.</p>



<p>50 milhões de euros é o preço base do concurso, sendo que 45 milhões de euros serão financiados pelo Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa e 5 milhões de euros pela própria EDIA!</p>



<p>A empresa diz ainda que “<em>a questão energética é determinante para a sustentabilidade do projeto Alqueva, uma vez que é a principal fonte de custos variáveis na distribuição de água</em>”, daí ser essencial a “<em>diminuição sustentada dos encargos energéticos nas operações de exploração do EFMA é um objetivo a manter pela EDIA nos próximos anos, até que se consiga atingir o ponto de otimização máximo de toda a infraestrutura</em>”.</p>



<h3><strong>Uso da energia produzida pela maior central fotovoltaica flutuante da Europa</strong></h3>



<p>A energia produzida pelas 10 centrais fotovoltaicas flutuantes será dirigida para as estações elevatórias para autoconsumo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/sistema-paineis-solares-flutuantes.jpg" alt="Sistema de Painéis Solares Flutuantes" class="wp-image-20176"/><figcaption>Sistema de Painéis Solares Flutuantes</figcaption></figure>



<p>A necessidade de comprar ou vender energia à rede será realizada consoante as condições de mercado em vigor e apenas quando a energia produzida pelas 10 centrais não for suficiente, ou seja, em excesso!</p>



<p>Este projeto destaca-se por “<em>assentar na necessidade de recorrer aos planos de água vizinhos daqueles locais de grandes consumos elétricos</em>” para as instalações da centrais.</p>



<p>Estas centrais serão integradas na paisagem, logo não ficarão assim tão destacadas, sendo dissimuladas nos reservatórias cuja cota está acima do horizonte visual ou em locais afastados dos principais eixos rodoviários!</p>



<h3><strong>Benefícios de instalar as centrais junto às estações elevatórias</strong></h3>



<p>O facto de se instalar as centrais solares fotovoltaicas flutuantes junto às estações elevatórias que irão consumir a energia irá permitir benefícios para o meio ambiente e otimização do processo:</p>



<ul><li>Descarbonização</li><li>Eliminação de perdas de transmissão de energia</li><li>Redução de potência de energia pedida à rede</li></ul>



<p>Benefícios mais visíveis durante o verão e em especial nos períodos de maior consumo!</p>



<p>A EDIA frisa ainda que “<em>a introdução de energia fotovoltaica no EFMA, através da instalação de um grande parque fotovoltaico, é uma prioridade incontornável</em>” e “<em>acompanha a tendência mundial de aposta nas renováveis e faz especial sentido numa zona com excelentes níveis de radiação solar</em>”.</p>



<h3><strong>Outros projetos energias renováveis</strong></h3>



<p>O EFMA tem já várias centrais fotovoltaicas instaladas, como na sua sede e outras 5 unidades de produção, estando em processo de construção uma central flutuante de 1MW!</p>



<p>Nos próximos anos está previsto a construção de mais centrais fotovoltaicas flutuantes como solução para reduzir a fatura energética, nomeadamente aquando da expansão dos perímetros de rega!</p>



<p>Quando à EDIA diz que a tecnologia de produção de energia fotovoltaica em plano de água já está numa maturidade assinalável, daí que se deva apostar mais neste tipo de produção de energia renovável!</p>



<p>Fonte:</p>



<p><a href="https://www.portal-energia.com/maior-projeto-solar-fotovoltaico-flutuante-alqueva-148071/">https://www.portal-energia.com/maior-projeto-solar-fotovoltaico-flutuante-alqueva-148071/</a></p>
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		<title>Na Lisboa Capital Verde 2020, a cidade vai preparar a próxima década</title>
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				<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 14:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[dm7]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Vão ser muitas actividades, debates e conversas sob o mote “evoluir”, a palavra de ordem da Lisboa Capital Verde Europeia 2020. Cidade recebe em 2020 a Conferência dos Oceanos da ONU. Lisboa não foi escolhida como Capital Verde Europeia para o ano de 2020 por ser a cidade mais sustentável. “Ganhou porque foi a cidade [&#8230;]</p>
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<p><strong>Vão ser muitas actividades, debates e conversas sob o mote “evoluir”, a palavra de ordem da Lisboa Capital Verde Europeia 2020. Cidade recebe em 2020 a Conferência dos Oceanos da ONU.</strong> </p>



<p>Lisboa não foi escolhida como Capital Verde Europeia para o ano de 2020 por ser a cidade mais sustentável. “Ganhou porque foi a cidade que evoluiu em todos os parâmetros ambientais – energia, água, mobilidade, resíduos e infra-estrutura verde e biodiversidade. Evoluímos muito.” O vereador do Ambiente,&nbsp;José Sá Fernandes, arrancou assim a apresentação da programação da Lisboa Capital Verde Europeia 2020, munido de alguns números que para ele comprovam a razão pela qual a Comissão Europeia&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2018/06/21/local/noticia/lisboa-sera-capital-verde-europeia-em-2020-1835453">distinguiu a capital</a>&nbsp;como sendo exemplo na&nbsp;aposta em políticas de preservação do ambiente.</p>



<p>Entre 2004 e 2017, a Câmara de Lisboa&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/06/05/local/noticia/combate-fugas-puxadas-cemiterios-permite-lisboa-poupar-agua-1875349">reduziu em 46% o seu consumo de água</a>. Em toda a cidade, essa redução foi de 33%. As emissões de dióxido de carbono no município diminuíram 42% de 2002 a 2016. “Já ultrapassamos a meta que estava prevista para 2020”, nota o vereador, que lembra o “grande salto” dado na recolha selectiva – essa taxa está hoje nos 28% (em Portugal Continental rondou, em 2018, os 18%) e a taxa de reciclagem e preparação para reutilização de 34,4% (a nível nacional andou, em 2018, nos 40%). Só entre 1 a 3% dos resíduos vão para aterro, notou Sá Fernandes.<a href="https://www.publico.pt/n1879125"></a></p>



<h3>Câmara de Lisboa prevê poupar 75% de água potável até 2025</h3>



<p>Se estes dados serviram para convencer a Comissão Europeia, que promove esta iniciativa, que Lisboa é verde o suficiente para ser a Capital Verde Europeia em 2020, Sá Fernandes diz que o município ganhou porque&nbsp;também “provou que pretende continuar a evoluir, assumindo compromissos ambiciosos” para o futuro. “Evoluir” é, de resto, “a palavra de ordem” da autarquia para o próximo ano. Por isso, tudo o que se passará na capital, em 2020, vai servir para projectar o futuro, pelo menos, na próxima década.</p>



<p>O presidente da câmara, Fernando Medina, quer “usar o galardão como uma grande alavanca política”. “Não vamos usar o galardão para um passeio de vaidades, mas para puxar por esta agenda da sustentabilidade que é absolutamente crítica nos nossos dias.” Para isso, o município&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2016/06/24/local/noticia/lisboa-comprometese-a-reduzir-em-40-as-emissoes-de-co2-ate-2030-1736230">propõe-se a reduzir em 60% as emissões de dióxido de carbono</a>&nbsp;até 2030 e atingir a neutralidade carbónica até 2050.&nbsp;</p>



<p>Tornar a cidade resiliente às alterações climáticas é outro dos objectivos. Isso faz-se, por exemplo, com mais áreas verdes e plantando mais árvores. Segundo as contas da autarquia, entre 2017 e 2021 deverão estar plantadas 100 mil árvores. Nesse ano, Lisboa deverá ter mais 347 hectares de área verde do que em 2008 e&nbsp;a&nbsp;autarquia quer que cerca de 85% da população viva a menos de 300 metros de um espaço verde com pelo menos 2000 metros quadrados.&nbsp;</p>



<p>As obras na Praça de Espanha também deverão ficar prontas para o ano, assim como o corredor verde de Alcântara. Para Sá Fernandes, estes projectos são exemplos do que se deve fazer para tornar as cidades resilientes às alterações climáticas:&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/02/11/local/noticia/praca-espanha-1861566">menos carros, mais árvores</a>, mais área verde para reter água, mais biodiversidade.&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/n1889679"></a></p>



<h3>Câmara de Lisboa duplica verba do Orçamento Participativo e só aceita ideias “verdes”</h3>



<p>A câmara quer ainda criar mais 300&nbsp;talhões de hortas urbanas, chegando assim aos mil e ter 25 parques hortícolas (hoje tem 20) até 2021. A autarquia compromete-se ainda a rever o plano de ruído e georreferenciar as árvores de Lisboa, “pelo menos as mais importantes”, notou o vereador. A edição de 2020 do orçamento participativo, que duplicou a sua dotação para os cinco milhões de euros, vai ser dedicada&nbsp;às ideias verdes.&nbsp;</p>



<h2>Mais informação</h2>



<p>A Lisboa Capital Verde Europeia 2020 quer ser também uma cidade mais transparente na informação que presta aos seus munícipes. “O centro da capital verde é o nosso trabalho colectivo enquanto cidade”, disse Medina, convocando assim os lisboetas, as empresas e instituições, as juntas de freguesia, as escolas, as universidades a envolverem-se nesta mudança tão necessária e a mostrar os “bons exemplos”. Sá Fernandes anunciou, inclusive, que a câmara de Lisboa vai “patrocinar uma cátedra” sobre alterações climáticas numa instituição do Ensino Superior.</p>



<p>A câmara&nbsp;de Lisboa traçou ainda um conjunto de compromissos para atingir na&nbsp;próxima década. A começar pela aposta na energia solar, instalando painéis&nbsp;solares em 27% dos telhados com melhor potencial solar.&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/06/18/local/noticia/carris-vai-comprar-cem-autocarros-1876885">Dotar a cidade com 410 novos autocarros</a>&nbsp;“de elevado desempenho ambiental” até 2023, duplicar a&nbsp;frota de eléctricos rápidos, aumentar em 40% de oferta de transporte público rodoviário na área metropolitana e ter ciclovias que liguem toda a cidade para que sete em cada dez viagens sejam feitas em transportes públicos e modos activos.&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/n1836033"></a></p>



<h3>Medina quer plantar mais 80 mil árvores em Lisboa até 2021</h3>



<p>Para o futuro, um dos “objectivos verdes” do município é&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/07/08/local/noticia/camara-lisboa-preve-poupar-75-agua-potavel-ate-2025-1879125">passar a usar água reciclada na lavagem de ruas e regas de jardins</a>&nbsp;em toda a cidade, até 2025. Alargar a recolha selectiva porta-a-porta de biorresíduos a toda a cidade e melhorar os números da recolha selectiva e da taxa de reciclagem são também objectivos.&nbsp;Um dos “ex-líbris do ano”, que o vereador espera ver pronto no final de 2020, é o Eco Centro e Centro de Interpretação de Resíduos e Energia no Parque das Nações.&nbsp;</p>



<h2>Conferência dos Oceanos</h2>



<p>A Lisboa Capital Verde Europeia 2020 abre oficialmente a 10 de Janeiro, no Parque Eduardo VII, com uma festa no Pavilhão Carlos Lopes, que contará coma presença do secretário-geral da ONU, António Guterres, do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro, António Costa.&nbsp;No dia 11, inaugura uma exposição no Oceanário de Lisboa, cujo tema será o mar português.&nbsp;No dia 12, serão plantadas 20 mil árvores pela cidade.</p>



<p>A&nbsp;programação, que ainda não é conhecida na totalidade, visa sobretudo o debate “sem medo nenhum da discussão”. Haverá conversas sobre ambiente e alterações climáticas, saúde e alimentação saudável. E eventos internacionais como a Conferência dos Oceanos, das Nações Unidas. Haverá ainda um ciclo de conferências nacionais a decorrer na Academia das Ciências de Lisboa.&nbsp;</p>



<p>Na programação constam ainda várias exposições: Jardins Históricos e Botânicos de Portugal, na Biblioteca Nacional, Viagem pela Ilustração Científica em Portugal, no Museu Nacional de História Natural, A Flora Fulminense, na Torre do Tombo, Cultivar. As Hortas de Lisboa, no Museu de Lisboa Palácio Pimenta, Gabriela Albergaria, na Culturgest, 10 anos do Grupo do Risco, no Museu Nacional de História Natural, Silva Porto e Esculturas Animistas de João da Silva, na Sociedade de Belas Artes, Lixo Luxo no MUDE.&nbsp;Vai haver um museu improvisado na doca de Alcântara, o ReMuseu, que inaugura em Abril, sobre economia circular.</p>



<p>Toda a programação poderá ser consultada, a partir de 6 de Dezembro, no site&nbsp;<a href="https://lisboagreencapital2020.com/">lisboagreencapital2020.com</a>. De acordo com o orçamento municipal, o investimento previsto para Lisboa Capital Verde Europeia é de 60 milhões de euros.</p>



<p>Esta sexta-feira, já depois da apresentação da programação, o vereador do PSD, João Pedro Costa, lamentou que as forças políticas que compõem o executivo não tenham sido ouvidas na definição das actividades que vão acontecer ao longo do ano. “Trata-se de um momento alto para a cidade, é uma pena que o programa se prepare em círculo fechado”, disse o social-democrata numa nota enviada aos jornalistas. “O PSD esteve disponível para dar contributos, disse-o atempadamente, mas simplesmente não houve vontade”, notou<a href="mailto:tp.ocilbup@arierom.anaitsirc">.</a></p>



<p>Fonte: Público<br><a href="https://www.publico.pt/2019/11/29/local/noticia/lisboa-capital-verde-2020-1895626">https://www.publico.pt/2019/11/29/local/noticia/lisboa-capital-verde-2020-1895626</a> </p>
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		<title>Projeto de energias renováveis permite poupança de 12.000 euros anuais a empresa de Viana</title>
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				<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 18:16:46 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>A empresa de soluções de energias renováveis SunEnergy anunciou hoje ter assinado na zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, um contrato para execução de um projeto em modelo de autoconsumo com a empresa de frescos e congelados Trincapeixe. Em comunicado, a SunEnergy adianta que a unidade de produção em autoconsumo é constituída por [&#8230;]</p>
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<p>A empresa de soluções de energias renováveis SunEnergy anunciou hoje ter assinado na zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, um contrato para execução de um projeto em modelo de autoconsumo com a empresa de frescos e congelados Trincapeixe.<br></p>



<p>Em comunicado, a SunEnergy adianta que a unidade de produção em autoconsumo é constituída por 147 painéis solares fotovoltaicos de 290 W (watts) que irão produzir cerca de 59.000 kWh (quilowatts por hora) de energia elétrica por ano a partir do sol, energia esta que será consumida pelo edifício da empresa.&nbsp;<br></p>



<p>“Esta produção irá permitir uma significativa redução da fatura energética, em torno dos 12.000 euros por ano, bem como, a nível ambiental, uma redução de 50 toneladas em emissões de dióxido de carbono” destaca.</p>



<p>FONTE: Lusa<br> <a href="http://www.altominho.tv/site/2019/06/18/projeto-de-energias-renovaveis-permite-poupanca-de-12-000-euros-anuais-a-empresa-de-viana/">http://www.altominho.tv/site/2019/06/18/projeto-de-energias-renovaveis-permite-poupanca-de-12-000-euros-anuais-a-empresa-de-viana/</a> </p>
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