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	<title>Uncategorized &#8211; Solar Energia</title>
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	<description>Soluções de Eficiência Energética</description>
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	<title>Uncategorized &#8211; Solar Energia</title>
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		<title>Na Lisboa Capital Verde 2020, a cidade vai preparar a próxima década</title>
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				<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 14:57:12 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>Vão ser muitas actividades, debates e conversas sob o mote “evoluir”, a palavra de ordem da Lisboa Capital Verde Europeia 2020. Cidade recebe em 2020 a Conferência dos Oceanos da ONU. Lisboa não foi escolhida como Capital Verde Europeia para o ano de 2020 por ser a cidade mais sustentável. “Ganhou porque foi a cidade [&#8230;]</p>
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<p><strong>Vão ser muitas actividades, debates e conversas sob o mote “evoluir”, a palavra de ordem da Lisboa Capital Verde Europeia 2020. Cidade recebe em 2020 a Conferência dos Oceanos da ONU.</strong> </p>



<p>Lisboa não foi escolhida como Capital Verde Europeia para o ano de 2020 por ser a cidade mais sustentável. “Ganhou porque foi a cidade que evoluiu em todos os parâmetros ambientais – energia, água, mobilidade, resíduos e infra-estrutura verde e biodiversidade. Evoluímos muito.” O vereador do Ambiente,&nbsp;José Sá Fernandes, arrancou assim a apresentação da programação da Lisboa Capital Verde Europeia 2020, munido de alguns números que para ele comprovam a razão pela qual a Comissão Europeia&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2018/06/21/local/noticia/lisboa-sera-capital-verde-europeia-em-2020-1835453">distinguiu a capital</a>&nbsp;como sendo exemplo na&nbsp;aposta em políticas de preservação do ambiente.</p>



<p>Entre 2004 e 2017, a Câmara de Lisboa&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/06/05/local/noticia/combate-fugas-puxadas-cemiterios-permite-lisboa-poupar-agua-1875349">reduziu em 46% o seu consumo de água</a>. Em toda a cidade, essa redução foi de 33%. As emissões de dióxido de carbono no município diminuíram 42% de 2002 a 2016. “Já ultrapassamos a meta que estava prevista para 2020”, nota o vereador, que lembra o “grande salto” dado na recolha selectiva – essa taxa está hoje nos 28% (em Portugal Continental rondou, em 2018, os 18%) e a taxa de reciclagem e preparação para reutilização de 34,4% (a nível nacional andou, em 2018, nos 40%). Só entre 1 a 3% dos resíduos vão para aterro, notou Sá Fernandes.<a href="https://www.publico.pt/n1879125"></a></p>



<h3>Câmara de Lisboa prevê poupar 75% de água potável até 2025</h3>



<p>Se estes dados serviram para convencer a Comissão Europeia, que promove esta iniciativa, que Lisboa é verde o suficiente para ser a Capital Verde Europeia em 2020, Sá Fernandes diz que o município ganhou porque&nbsp;também “provou que pretende continuar a evoluir, assumindo compromissos ambiciosos” para o futuro. “Evoluir” é, de resto, “a palavra de ordem” da autarquia para o próximo ano. Por isso, tudo o que se passará na capital, em 2020, vai servir para projectar o futuro, pelo menos, na próxima década.</p>



<p>O presidente da câmara, Fernando Medina, quer “usar o galardão como uma grande alavanca política”. “Não vamos usar o galardão para um passeio de vaidades, mas para puxar por esta agenda da sustentabilidade que é absolutamente crítica nos nossos dias.” Para isso, o município&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2016/06/24/local/noticia/lisboa-comprometese-a-reduzir-em-40-as-emissoes-de-co2-ate-2030-1736230">propõe-se a reduzir em 60% as emissões de dióxido de carbono</a>&nbsp;até 2030 e atingir a neutralidade carbónica até 2050.&nbsp;</p>



<p>Tornar a cidade resiliente às alterações climáticas é outro dos objectivos. Isso faz-se, por exemplo, com mais áreas verdes e plantando mais árvores. Segundo as contas da autarquia, entre 2017 e 2021 deverão estar plantadas 100 mil árvores. Nesse ano, Lisboa deverá ter mais 347 hectares de área verde do que em 2008 e&nbsp;a&nbsp;autarquia quer que cerca de 85% da população viva a menos de 300 metros de um espaço verde com pelo menos 2000 metros quadrados.&nbsp;</p>



<p>As obras na Praça de Espanha também deverão ficar prontas para o ano, assim como o corredor verde de Alcântara. Para Sá Fernandes, estes projectos são exemplos do que se deve fazer para tornar as cidades resilientes às alterações climáticas:&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/02/11/local/noticia/praca-espanha-1861566">menos carros, mais árvores</a>, mais área verde para reter água, mais biodiversidade.&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/n1889679"></a></p>



<h3>Câmara de Lisboa duplica verba do Orçamento Participativo e só aceita ideias “verdes”</h3>



<p>A câmara quer ainda criar mais 300&nbsp;talhões de hortas urbanas, chegando assim aos mil e ter 25 parques hortícolas (hoje tem 20) até 2021. A autarquia compromete-se ainda a rever o plano de ruído e georreferenciar as árvores de Lisboa, “pelo menos as mais importantes”, notou o vereador. A edição de 2020 do orçamento participativo, que duplicou a sua dotação para os cinco milhões de euros, vai ser dedicada&nbsp;às ideias verdes.&nbsp;</p>



<h2>Mais informação</h2>



<p>A Lisboa Capital Verde Europeia 2020 quer ser também uma cidade mais transparente na informação que presta aos seus munícipes. “O centro da capital verde é o nosso trabalho colectivo enquanto cidade”, disse Medina, convocando assim os lisboetas, as empresas e instituições, as juntas de freguesia, as escolas, as universidades a envolverem-se nesta mudança tão necessária e a mostrar os “bons exemplos”. Sá Fernandes anunciou, inclusive, que a câmara de Lisboa vai “patrocinar uma cátedra” sobre alterações climáticas numa instituição do Ensino Superior.</p>



<p>A câmara&nbsp;de Lisboa traçou ainda um conjunto de compromissos para atingir na&nbsp;próxima década. A começar pela aposta na energia solar, instalando painéis&nbsp;solares em 27% dos telhados com melhor potencial solar.&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/06/18/local/noticia/carris-vai-comprar-cem-autocarros-1876885">Dotar a cidade com 410 novos autocarros</a>&nbsp;“de elevado desempenho ambiental” até 2023, duplicar a&nbsp;frota de eléctricos rápidos, aumentar em 40% de oferta de transporte público rodoviário na área metropolitana e ter ciclovias que liguem toda a cidade para que sete em cada dez viagens sejam feitas em transportes públicos e modos activos.&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/n1836033"></a></p>



<h3>Medina quer plantar mais 80 mil árvores em Lisboa até 2021</h3>



<p>Para o futuro, um dos “objectivos verdes” do município é&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2019/07/08/local/noticia/camara-lisboa-preve-poupar-75-agua-potavel-ate-2025-1879125">passar a usar água reciclada na lavagem de ruas e regas de jardins</a>&nbsp;em toda a cidade, até 2025. Alargar a recolha selectiva porta-a-porta de biorresíduos a toda a cidade e melhorar os números da recolha selectiva e da taxa de reciclagem são também objectivos.&nbsp;Um dos “ex-líbris do ano”, que o vereador espera ver pronto no final de 2020, é o Eco Centro e Centro de Interpretação de Resíduos e Energia no Parque das Nações.&nbsp;</p>



<h2>Conferência dos Oceanos</h2>



<p>A Lisboa Capital Verde Europeia 2020 abre oficialmente a 10 de Janeiro, no Parque Eduardo VII, com uma festa no Pavilhão Carlos Lopes, que contará coma presença do secretário-geral da ONU, António Guterres, do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro, António Costa.&nbsp;No dia 11, inaugura uma exposição no Oceanário de Lisboa, cujo tema será o mar português.&nbsp;No dia 12, serão plantadas 20 mil árvores pela cidade.</p>



<p>A&nbsp;programação, que ainda não é conhecida na totalidade, visa sobretudo o debate “sem medo nenhum da discussão”. Haverá conversas sobre ambiente e alterações climáticas, saúde e alimentação saudável. E eventos internacionais como a Conferência dos Oceanos, das Nações Unidas. Haverá ainda um ciclo de conferências nacionais a decorrer na Academia das Ciências de Lisboa.&nbsp;</p>



<p>Na programação constam ainda várias exposições: Jardins Históricos e Botânicos de Portugal, na Biblioteca Nacional, Viagem pela Ilustração Científica em Portugal, no Museu Nacional de História Natural, A Flora Fulminense, na Torre do Tombo, Cultivar. As Hortas de Lisboa, no Museu de Lisboa Palácio Pimenta, Gabriela Albergaria, na Culturgest, 10 anos do Grupo do Risco, no Museu Nacional de História Natural, Silva Porto e Esculturas Animistas de João da Silva, na Sociedade de Belas Artes, Lixo Luxo no MUDE.&nbsp;Vai haver um museu improvisado na doca de Alcântara, o ReMuseu, que inaugura em Abril, sobre economia circular.</p>



<p>Toda a programação poderá ser consultada, a partir de 6 de Dezembro, no site&nbsp;<a href="https://lisboagreencapital2020.com/">lisboagreencapital2020.com</a>. De acordo com o orçamento municipal, o investimento previsto para Lisboa Capital Verde Europeia é de 60 milhões de euros.</p>



<p>Esta sexta-feira, já depois da apresentação da programação, o vereador do PSD, João Pedro Costa, lamentou que as forças políticas que compõem o executivo não tenham sido ouvidas na definição das actividades que vão acontecer ao longo do ano. “Trata-se de um momento alto para a cidade, é uma pena que o programa se prepare em círculo fechado”, disse o social-democrata numa nota enviada aos jornalistas. “O PSD esteve disponível para dar contributos, disse-o atempadamente, mas simplesmente não houve vontade”, notou<a href="mailto:tp.ocilbup@arierom.anaitsirc">.</a></p>



<p>Fonte: Público<br><a href="https://www.publico.pt/2019/11/29/local/noticia/lisboa-capital-verde-2020-1895626">https://www.publico.pt/2019/11/29/local/noticia/lisboa-capital-verde-2020-1895626</a> </p>
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		<title>Projeto de energias renováveis permite poupança de 12.000 euros anuais a empresa de Viana</title>
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				<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 18:16:46 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[<p>A empresa de soluções de energias renováveis SunEnergy anunciou hoje ter assinado na zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, um contrato para execução de um projeto em modelo de autoconsumo com a empresa de frescos e congelados Trincapeixe. Em comunicado, a SunEnergy adianta que a unidade de produção em autoconsumo é constituída por [&#8230;]</p>
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<p>A empresa de soluções de energias renováveis SunEnergy anunciou hoje ter assinado na zona Industrial de Neiva, em Viana do Castelo, um contrato para execução de um projeto em modelo de autoconsumo com a empresa de frescos e congelados Trincapeixe.<br></p>



<p>Em comunicado, a SunEnergy adianta que a unidade de produção em autoconsumo é constituída por 147 painéis solares fotovoltaicos de 290 W (watts) que irão produzir cerca de 59.000 kWh (quilowatts por hora) de energia elétrica por ano a partir do sol, energia esta que será consumida pelo edifício da empresa.&nbsp;<br></p>



<p>“Esta produção irá permitir uma significativa redução da fatura energética, em torno dos 12.000 euros por ano, bem como, a nível ambiental, uma redução de 50 toneladas em emissões de dióxido de carbono” destaca.</p>



<p>FONTE: Lusa<br> <a href="http://www.altominho.tv/site/2019/06/18/projeto-de-energias-renovaveis-permite-poupanca-de-12-000-euros-anuais-a-empresa-de-viana/">http://www.altominho.tv/site/2019/06/18/projeto-de-energias-renovaveis-permite-poupanca-de-12-000-euros-anuais-a-empresa-de-viana/</a> </p>
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		<title>Como a energia solar interage com o sistema terrestre?</title>
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				<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 18:13:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O clima da Terra é um sistema movido a energia solar. Globalmente, ao longo do ano, o sistema terrestre (continentes, oceanos e atmosfera) absorve uma média de cerca de 240 watts de energia solar por metro quadrado. A luz solar absorvida é destinada a inúmeros processos. A energia solar é o combustível do sistema terrestre. [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>O clima da Terra é um sistema movido a energia solar. Globalmente, ao longo do ano, o sistema terrestre (continentes, oceanos e atmosfera) absorve uma média de cerca de 240 watts de energia solar por metro quadrado. A luz solar absorvida é destinada a inúmeros processos.</p>



<p>A energia solar é o combustível do sistema terrestre. É esta energia que aquece a água, a terra e o ar. Este aquecimento não acontece de maneira uniforme. Como a Terra é uma esfera, o Sol aquece regiões equatoriais mais do que regiões polares. A atmosfera e o oceano trabalham sem parar para compensar os desequilíbrios do aquecimento solar por meio da evaporação da água da superfície, da convecção, da chuva, dos ventos e da circulação oceânica.</p>



<p>O sistema atmosfera-oceano não apenas redistribui o calor solar do equador para os polos, mas também da superfície da Terra e da atmosfera mais baixa para o espaço. Caso contrário, a Terra se aqueceria infinitamente. A temperatura da Terra não aumenta infinitamente porque a superfície e a atmosfera estão irradiando simultaneamente calor para o espaço. Esse fluxo líquido de energia dentro e fora do sistema terrestre é conhecido como balanço de energia da Terra.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://solarenergia.pt/wp-content/uploads/2019/11/balanco-de-energia-do-sistema-terrestre.png" alt="" class="wp-image-101" srcset="https://solarenergia.pt/wp-content/uploads/2019/11/balanco-de-energia-do-sistema-terrestre.png 964w, https://solarenergia.pt/wp-content/uploads/2019/11/balanco-de-energia-do-sistema-terrestre-300x225.png 300w, https://solarenergia.pt/wp-content/uploads/2019/11/balanco-de-energia-do-sistema-terrestre-768x576.png 768w" sizes="(max-width: 964px) 100vw, 964px" /></figure>



<p>Cerca de 29% da energia solar que chega ao topo da atmosfera é refletida de volta ao espaço por nuvens, partículas atmosféricas ou superfícies brilhantes como o gelo e a neve.&nbsp;<strong>Essa energia não desempenha nenhum papel no sistema climático da Terra</strong>. Cerca de 23% da energia solar recebida é absorvida na atmosfera pelo vapor de água, poeira e ozônio, e 48% passa pela atmosfera e é absorvida pela superfície.&nbsp;<strong>Assim, cerca de 71% da energia solar total recebida é absorvida pelo sistema terrestre.</strong></p>



<p>No entanto, a contribuição relativa da atmosfera e da superfície para cada processo (absorção de luz solar versus calor radiante) é assimétrica.&nbsp;<strong>A atmosfera irradia calor equivalente a 59% da luz solar recebida; a superfície irradia apenas 12%</strong>. Em outras palavras, a maior parte do aquecimento solar acontece na superfície, enquanto a maior parte do resfriamento radiativo acontece na atmosfera.&nbsp;<strong>Como esse rearranjo de energia entre a superfície e a atmosfera acontece?</strong></p>



<h2><strong>Saldo de Energia na Superfície Terrestre</strong></h2>



<p>Para que o balanço de energia na superfície da Terra seja equilibrado<strong>, os processos no solo precisam eliminar os 48% da energia solar que as superfícies oceânicas e terrestres absorvem</strong>. A energia deixa a superfície através de três processos: evaporação, convecção e emissão de energia térmica infravermelha.</p>



<p><strong>Cerca de 25% da energia solar recebida deixa a superfície por evaporação</strong>&nbsp;(as moléculas de água líquida absorvem a energia solar que entra e mudam de fase de líquido para gás).&nbsp;<strong>Um adicional de 5% da energia solar recebida deixa a superfície por convecção</strong>&nbsp;(o ar em contato direto com o solo aquecido pelo sol torna-se quente e flutuante).</p>



<p>Finalmente,&nbsp;<strong>cerca de 17% da energia solar que chega deixa a superfície como energia térmica infravermelha (calor)</strong>&nbsp;irradiada por átomos e moléculas na superfície. Este fluxo líquido ascendente resulta de dois fluxos grandes mas opostos: calor que flui para cima da superfície para a atmosfera (117%) e calor que flui para baixo da atmosfera para o solo (100%) (Esses fluxos concorrentes fazem parte do efeito estufa).</p>



<h2><strong>Saldo de Energia na Atmosfera</strong></h2>



<p>Medições por satélite indicam que&nbsp;<strong>a atmosfera irradia energia térmica infravermelha equivalente a 59% da energia solar recebida</strong>. A atmosfera absorve diretamente 23% da energia solar recebida. A evaporação e a convecção transferem 25 e 5% da energia solar recebida da superfície para a atmosfera.&nbsp;<strong>Esses três processos transferem o equivalente a 53% da energia solar recebida para a atmosfera</strong>.</p>



<p>A fração restante (5-6% da energia solar recebida) é&nbsp;<strong>transferida para a atmosfera quando as moléculas de gases de efeito estufa absorvem a energia infravermelha térmica irradiada pela superfície</strong>. Quando as moléculas de gases de efeito estufa absorvem a energia térmica infravermelha, sua temperatura aumenta.</p>



<p><strong>Como as moléculas de gases de efeito estufa irradiam calor em todas as direções</strong>, parte dele se espalha para baixo e, finalmente,&nbsp;<strong>volta a entrar em contato com a superfície da Terra</strong>, onde é absorvida. A temperatura da superfície torna-se mais quente do que seria se fosse aquecida apenas por aquecimento solar direto<strong>.</strong></p>



<p>FONTE:  <a href="https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-a-energia-solar-interage-com-o-sistema-terrestre.html">https://www.tempo.com/noticias/ciencia/como-a-energia-solar-interage-com-o-sistema-terrestre.html</a> </p>
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		<title>Em Portugal, a fatura da eletricidade é complicada de entender</title>
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				<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 18:08:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>A nível ibérico, recorrentemente surge a dúvida de saber se o mercado elétrico português, comparativamente ao espanhol, tem custos maiores e uma maior carga fiscal. O JE questionou Miguel Checa, gestor espanhol, madrileno, sobre a perceção que um consumidor de Madrid pode ter sobre o mercado português: É mais caro? “Não é mais caro que [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<p>A nível ibérico, recorrentemente surge a dúvida de saber se o mercado elétrico português, comparativamente ao espanhol, tem custos maiores e uma maior carga fiscal.</p>



<p>O JE questionou Miguel Checa, gestor espanhol, madrileno, sobre a perceção que um consumidor de Madrid pode ter sobre o mercado português: É mais caro? “Não é mais caro que o mercado espanhol. É verdade que em Portugal a fatura da eletricidade é complicada de entender. Há várias parcelas que temos de perceber para entendermos esta fatura. O IVA é mais caro. Em Portugal pagamos 23% de IVA e em Espanha ficamos em 21%. Depois há os custos de acesso: em Portugal há as ajudas às energias renováveis, enquanto em Espanha há a amortização das energias nucleares, há as taxas de resíduos e os impostos sobre emissões de carbono, que são as partes diferentes nos dois países. Mas depois o custo de produção de eletricidade é o mesmo nos dois mercados ibéricos, que estão unidos, em mais de 90% das horas, tendo preços semelhantes na geração. Onde há efetivamente uma diferença é em relação aos preços da energia praticados em França e em outros grandes mercados do norte da Europa. Se confrontarmos os preços praticados em França e na Alemanha, aí sim, há diferenças em relação aos valores praticados no mercado ibérico”, refere Miguel Checa.</p>



<p>“Por exemplo, no início de julho, o preço da geração elétrica em França e na Alemanha tinha 15 euros de diferença. Em Espanha, a geração estava a ser paga a 52 euros, mas em França custa menos, por causa da componente da produção nuclear”, adianta o administrador. Será que a indústria automóvel tem razão quando se queixa do preço da eletricidade em Portugal? “Sim, face a França, isso é verdade. Mas Portugal não tem eletricidade mais cara que em Espanha”.</p>



<p>Admitindo que as realidades de França e da Alemanha são diferentes, como se conseguirá criar um mercado elétrico com menos diferenças entre o norte e o sul na Europa? Para rebater as diferenças – e isso é um objetivo da União Europeia -, para reduzir a volatilidade e aproveitar as tarifas mais baixas, será importante investir na melhoria das interligações a França. É preciso concretizar maiores investimentos. Fazem falta investimentos maiores para aumentarmos a capacidade de importação da eletricidade gerada em França a preços mais baixos”, defende.</p>



<p>No entanto, persiste uma dúvida “histórica” sobre os constrangimentos na capacidade de interligação elétrica nos Pirinéus: Espanha aceitaria ter feito mais interligações elétricas a França e admitiria, igualmente, a entrada em Espanha do gigante francês EDF? Miguel Checa analisa a questão de uma perspetiva diferente, admitindo que os principais entraves ao desenvolvimento de novos investimentos nesta geografia estiveram sempre mais do lado francês. “Julgo que as dificuldades existem porque França não tem tanto interesse no fornecimento da sua eletricidade a Espanha. Do ponto de vista da nossa empresa e do nosso acionista suíço, Axpo, teremos todo o interesse em que sejam aumentadas as interligações das redes elétricas espanholas e francesas. Tudo o que permitir aumentar a capacidade dos mercados, para quebrar a dependência aos produtores locais e ter um mercado maior, mais livre e mais global, será fabuloso”, considera o administrador.</p>



<p>FONTE: <a href="https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/eletricidade-mais-cara-que-em-franca-472098">https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/eletricidade-mais-cara-que-em-franca-472098</a></p>
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